Olá... em tempos onde uma série de questionamentos são levantados pela mídia, pelas massas populares, sinto o quanto é complicada a vida cotidiana, o quanto situações diárias nos influenciam e transformam nossas vidas.
Esta semana meu professor de Hermenêutica lançou um tema um tanto quanto polemico para um trabalho, um seminário (aí já viu o que vai virar a noite, onde 53 alunos de Direito vão expor seus pontos de vista) sobre a interrupção da gestação de fetos anencéfalos.
Confesso que quando ele falou o tema do trabalho fiquei com medo, receio talves seria a palavra certa, porque sou uma pessoa de opinião e atitudes extremas. Confesso que venho mudando, que o direito me faz ver os diferentes caminhos que posso optar para expor meus pontos de vista, sem que seja banal e grosseira.
Fui, mãos a obra, comecei minha pesquisa sobre o assunto, acórdão e jurisprudência sobre o tema...
E resumo minha opinião de maneira bem sucinta, de que se a Constituição Federal assegura o direito a vida, a dignidade humana, a saúde, entre outros direitos fundamentais e básicos, porque mulheres que tiveram gestação de fetos anecéfalos, que todos sabemos comprovado pela medicina, que não tem perspectiva de vida, tiveram que se desgastar lutando pelo direito de interrupção? Porque? Aumentando o sofrimento, mental e físico, se na maioria dos casos quando diagnosticada a anencefalia é de vontade própria interromper a gestação?
Não estou generalizando, mas onde esta a falha? Na Constituição Federal? No Código Penal? Nos aplicadores do Direito?
Onde... onde!
Momento desabafo da semana!!!!
beijos






2 comentários:
e o tempo que levam as ações desse tipo...absurdo.
Absurdo total, não consigo entender e aceitar!!!
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