04/07/2013

O fim da linha, o desequilíbrio na entre linha e a luz no fim do túnel***


Minha mente, mente.
Todos mentem.
Insisto na verdade...
É como querer encontrar o ponto certo para abrir o chuveiro na hora do banho no inverno...
 ...e torcer para  a energia não dar aquela caidinha e esfriar com tudo.
Assim somos nós, com nós, quando mentimos para nós e acreditamos em nossas mentiras e nos esforçamos para não descobrir a verdade. ( Bem confuso eu sei...)
Sempre fui confusa, sempre fui enrolada, sempre fui assim, uma linha tênue entre a sanidade e a loucura, a alegria e a tristeza, a sabedoria e a burrice, o amor e o perdão, sempre fui, sempre fui, sempre, sempre...
Que câncer é este que nós corrói por fora e por dentro, que nos mata e nos destrói?
Que solidão é esta que nos afronta?
Que estado sólido é este o do coração que não tem jeito de se desfazer  e nos deixar voltar a viver como seres sencientes?
Mais uma vez, socorro!
Eu estou perdida.
Me perdi de mim, em mim e dos outros.
Eu caminho nos trilhos, eu vejo a luz, mas não chegou ao túnel, nem ao fim.
Nem sei se desejo o fim, o fim do túnel, mas mais uma pílula por favor Dr.
 
 Desliga a lanterna, e espante os vaga-lumes,
vou dormir.

2 comentários:

Ricardo disse...

Não irei apagar a lanterna e muito menos lhe deixar dormir ;p kkkk...

Ps: Brincadeira a parte, gostei do texto ;)

Gisa Dias* disse...

Amigoooooo querido, obrigada!